


a banda
Banda paulistana de rock progressivo que revelou Guilherme Arantes. Ele conheceu o baterista Diógenes Burani em 1970, numa peça no Teatro Ruth Escobar, e Cláudio Lucci no curso de arquitetura da USP; Diógenes indicou Gerson Tatini e Egídio Conde, que conhecera no projeto Cilibrinas do Éden, de Rita Lee e Lucinha Turnbull. O jornalista Moracy do Val passou a promover o grupo. O único LP foi gravado no estúdio Sonima, em São Paulo, em 1974. Meses depois a banda acabou, com Arantes querendo largar a linha progressiva. O disco teve várias reedições, e em 2024 Arantes, Lucci e Tatini voltaram a tocar juntos pelos 50 anos do álbum.
fontes: Wikipédia (pt) — Moto Perpétuo (banda) · Dicionário Cravo Albin — Moto Perpétuo · MusicBrainz — Moto Perpétuo
discos no acervo

Moto Perpétuo
1974 · Warner Music Brasil · BN-223
11 faixas
- Mal o Sol
- Conto Contigo
- Verde Vertente
- Matinal
- Três e Eu
- Não Reclamo da Chuva
- Duas
- Sobe
- Seguir Viagem
- Os Jardins
- Turba
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